As práticas exemplares desenvolvidas em benefício do país e o compromisso com a promoção da inclusão produtiva e o desenvolvimento social no ano de 2025 foram os motivos que fizeram o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) ser agraciado no II Prêmio Nacional de Inclusão Socioeconômica – Edição 2026. Na ocasião, a conselheira-ouvidora da entidade, Dorgivânia Arraes, representou a autarquia no evento de entrega da premiação. A cerimônia aconteceu na noite desta quarta-feira (27), no Dúnia City Hall, em Brasília/DF.
Criado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, no âmbito do Programa Acredita no Primeiro Passo, o Prêmio tem o objetivo de valorizar a responsabilidade social e o compromisso da sociedade civil, dos gestores públicos, dos entes federados, das instituições e das empresas públicas e privadas com iniciativas voltadas à superação da pobreza e à redução das desigualdades sociais no país.
De acordo com Dorgivânia Arraes, “o Acredita no Primeiro Passo é incentivado nos conselhos de contabilidade baseado em três pilares: empreendedorismo, educação financeira e empregabilidade. Os profissionais da contabilidade do CFC e dos CRCs de todo Brasil, através do voluntariado da classe contábil, foram treinados em 2025, sensibilizados a atuar junto aos cidadãos inscritos no CAD Único”. A iniciativa foi abraçada pelo CFC em 2025, sob a liderança do presidente da entidade, Joaquim Bezerrra, que, naquele ano, ocupava a vice-presidência do Governança e de Gestão Estratégica do Conselho.
Dorgivânia Arraes destaca a iniciativa como de fundamental importância para a profissão contábil. “Esse cidadão inscrito no CadÚnico pôde enxergar uma saída do Bolsa Família, do assistencialismo, em que todo esse emprego e renda gerados irão tirá-los do assistencialismo, desenvolver o nosso país, mas, principalmente, fortalecer a contabilidade e mostrar à sociedade brasileira o quanto a profissão da contabilidade é essencial”.
Os agraciados pelo II Prêmio Nacional de Inclusão Socioeconômica foram definidos por uma comissão julgadora a partir da análise de evidências e resultados apresentados por estados, municípios, empresas, instituições financeiras e organizações parceiras.
Por Saulo Moreno
Comunicação CFC
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